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Soja volta à estabilidade em Chicago nesta 6ª feira, mas mantém foco na guerra comercial

soja

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago voltam a atuar com estabilidade no início da tarde desta sexta-feira (14) depois de começar o dia operando em campo negativo. Perto de 12h (horário de Brasília), os preços subiam entre 0,50 e 0,75 ponto, com o janeiro/19 cotado a US$ 9,07 e o maio/19 a US$ 9,34.

Segue a pressão da guerra comercial entre China e Estados Unidos. As últimas notícias de que a nação asiática voltou a comprar soja no mercado norte-americano chegaram, porém, sem a força que o mercado esperava e frustraram os traders.

No entanto, notícias de novas vendas de 430 mil toneladas de soja da safra 2018/19 foram bem recebidas pelo mercado, sendo 300 mil destinadas à China. Ao  longo da semana, outros anúncios de venda também foram feitos.

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China pode fazer novas compras de soja nos EUA ainda nesta 5ª feira

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Novas compras de soja pela China no mercado norte-americano deverão ser feitas ainda nesta quinta-feira (13), segundo informou a agência internacional de notícias Bloomberg. As aquisições continuarão a ser feitas pela estatal Sinogrin, a mesma empresa que fez as compras relatadas ontem, de cerca de 2 milhões de toneladas.

De acordo com informações de fontes que preferiram não se identificar à Bloomberg, as novas ordens de compra são para algo entre 1,5 e 2 milhões de toneladas de soja. E essas ainda são as atitudes mais concretas que sinalizam o comprometimento da nação asiática com a trégua firmada com os EUA no início deste mês, após o encontro com o G20.

Nem a Sinograin e nem a Cofco – maior empresa de alimentos da Sinograin – têm comentado as compras já feitas até este momento ou os volumes totais que serão adquiridos.

As tarifas de 25% da China sobre a soja norte-americana para empresas privadas segue mantida e, como explicam analistas e consultores, é esse o ponto-chave que deve ser observado pelo mercado. E ainda é esse o fator que limita um avanço mais substancial das cotações na Bolsa de Chicago, que nesta quarta-feira (12), bateram em suas máximas em seis meses.

Desde meados de maio, por conta dessa disputa, as importações da nação asiática nos EUA têm caído drasticamentem, comprometendo de forma agressiva a renda e a logística dos produtores norte-americanos. O gráfico a seguir, da Bloomberg, marca esse momento inicial de redução das compras e como têm se mantido nos meses seguintes.

 

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Fonte: Notícias Agrícolas

 

El Niño deve trazer irregularidade de chuva no Ceará

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De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o próximo fenômeno deve ser “fraco”, com características oceânicas diferentes das registradas nos últimos anos.

 

Com 99% de chances de ocorrer no primeiro mês do ano de 2019, o “El Niño” deve ocasionar um período de irregularidades na quadra chuvosa no Ceará, segundo o coordenador-Geral de Meteorologia do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Expedito Rebello. “Tem que aproveitar para armazenar água nos meses chuvosos”, destaca.

O coordenador explica que as águas do Oceano Pacífico Equatorial já estão aquecidas e assim devem permanecer em janeiro, mas o período não necessariamente deve ser de “seca” no Nordeste. A Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) explicou em setembro último, que das últimas 15 ocasiões de El Niño, 11 geraram impactos de seca.

Os efeitos devem ser “chuvosos” no Sul do país, e “chuvoso” do Sul da Bahia, Sudeste e parte do Centro-Oeste, segundo a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA), na sigla internacional). O estado atual é de “Alerta”, para o Serviço Nacional da Austrália. O próximo status é de confirmação do fenômeno, seguindo a escala desenvolvida pelo Serviço.

“É uma questão de tempo para os órgãos oficiais de meteorologia como a NOAA e o Serviço Australiano decretarem o início do acoplamento Oceano-Atmosfera. É irreversível. Vai acontecer”, reforça Expedito. O coordenador destaca ainda que o próximo evento será “fraco”.

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