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Vazio sanitário da soja começa no dia 15 de junho em Mato Grosso do Sul

O vazio sanitário da soja, período em que é proibido o cultivo da oleaginosa para reduzir a quantidade de esporos da ferrugem asiática diminuindo a possibilidade de incidência da doença, começa nesta sexta-feira, 15 de junho e vai até 15 de setembro, em Mato Grosso do Sul.

Nestes 90 dias os produtores não poderão cultivar o grão no estado e ainda deverão eliminar todas as plantas voluntárias, conhecidas como guaxas ou tigueras, nas propriedades, seja por meio de processos mecânicos ou químicos.

O descumprimento das normas do vazio sanitário da soja em Mato Grosso do Sul pode implicar em autuação da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) e multa de até mil unidades fiscais estaduais de referência (Uferms), que com a cotação de junho em R$ 25,91, pode representar até R$ 25.910,00.

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Fonte: G1 MS

Plantio de soja está proibido no Paraná desde 15/06

Proibição faz parte do vazio sanitário, medida adotada no Brasil e no Paraguai para impedir a proliferação da ferrugem asiática.

Começou na quinta-feira (15) o vazio sanitário da soja no Paraná e em mais quatro estados brasileiros: São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rondônia. Com isso, está proibido plantar ou manter vivos pés de soja nestas regiões até o dia 15 de setembro.

No Brasil, 11 estados e o Distrito Federal adotam essa medida, estabelecida por meio de normativas estaduais e com diferentes calendários, conforme as épocas de semeadura. O Paraguai também estabeleceu o período de vazio sanitário.

De acordo com a pesquisadora Claudine Seixas, da Embrapa Soja, o objetivo do vazio sanitário é reduzir a sobrevivência do fungo causador da ferrugem-asiática durante a entressafra e assim atrasar a ocorrência da doença. “O vazio sanitário soja é uma das principais estratégias para o manejo da ferrugem-asiática , que é a mais severa doença da cultura da soja”, diz Claudine.

A pesquisadora explica que o fungo que causa a ferrugem-asiática é biotrófico, ou seja, precisa de hospedeiro vivo para se desenvolver e multiplicar. “Ao eliminarmos as plantas de soja na entressafra ‘quebramos’ o ciclo do fungo, reduzindo assim a quantidade de esporos presentes no ambiente”, diz Claudine.

Ferrugem da soja

A ferrugem asiática da soja foi identificada pela primeira vez no Brasil em 2001, sendo que, hoje, possui um custo médio de US$ 2 bilhões por safra. Apesar da contribuição dos fungicidas, uma redução da eficiência desses produtos vem sendo observada desde a safra 2007/08 em função da adaptação do fungo.

Segundo os pesquisadores da Embrapa, os fungicidas utilizados no controle da ferrugem pertencem a três grupos distintos: os Inibidores de desmetilação (IDM, “triazóis”), os Inibidores da Quinona externa (IQe, “estrobilurinas”) e os Inibidores da Succinato Desidrogenase (ISDH, “carboxamidas”).

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Fonte: Gazeta do Povo

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